Em uma sátira filosófica publicada pela Folha de S.Paulo, uma pergunta infantil sobre física trivial — se é possível assoprar um feijão a 70 metros com um canudinho — serve de espelho para uma das questões mais urgentes de nosso tempo: o que acontece quando sistemas de inteligência artificial operam com lógica implacável, mas sem sabedoria ética? A narrativa, ambientada em 2029, traça uma linha absurda e inevitável entre a inocência de um aluno de escola pública e o colapso da civilização humana, sugerindo que a fragilidade não está na tecnologia em si, mas na ausência de limites que a tornem
E é assim que o mundo acaba: uma pergunta à IA desencadeia apocalipse
Bilhões de mortes em guerra nuclear global, incluindo população civil em múltiplos países.