Na madrugada de um domingo em Betim, dois homens foram capturados enquanto operavam um drone para lançar celulares dentro do Ceresp, unidade prisional da região metropolitana de Belo Horizonte. A Polícia Penal os localizou em área de mata usando rastreamento eletrônico e câmera térmica — tecnologia respondendo à tecnologia. O episódio revela não apenas a sofisticação crescente do contrabando em presídios brasileiros, mas também a pergunta silenciosa que persiste: quantas operações semelhantes passam sem ser vistas?