Em plena época crítica de incêndios florestais, um drone de vigilância avaliado em 375 mil euros despenhava-se num olival em Alcoentre, vítima de falha técnica durante operações de proteção civil. O incidente não é apenas a perda de um equipamento sofisticado — é um lembrete de que as ferramentas em que depositamos confiança para guardar o território também são frágeis. A modernidade das operações de combate a fogos assenta em tecnologia que, quando falha, deixa lacunas invisíveis mas reais na capacidade de resposta.