Pesquisadores analisaram 2.410 participantes e identificaram relação robusta entre duração do sono e proteína tau fosforilada, um biomarcador característico do Alzheimer detectável no sangue. A associação foi mais acentuada quando o sono ultrapassava 10 horas por noite, após ajuste para idade, sexo, apneia do sono, depressão e fatores genéticos relacionados ao Alzheimer.