Há uma crença amplamente difundida de que o sono perdido durante a semana pode ser recuperado com longas horas de descanso no fim de semana — mas a ciência desfaz essa ilusão com elegância. Pesquisadores de universidades americanas explicam que o corpo humano é governado por ritmos biológicos precisos, e que alterar bruscamente os horários de sono desajusta o relógio interno, podendo gerar mais fadiga do que alívio. O que protege a saúde não é apenas a quantidade de sono, mas a sua regularidade — uma lição que a modernidade ainda resiste em aprender.