No domingo de 23 de agosto, em Chapecó, o São Paulo de Dorival Júnior foi derrotado pela Chapecoense por 1 a 0 e mergulhou ainda mais fundo numa crise silenciosa: treze no Brasileirão, a apenas três pontos da zona de rebaixamento. Diante das câmeras, o técnico não buscou refúgio em desculpas nem na arbitragem — escolheu palavras como 'inadmissível' e 'vergonhoso', reconhecendo que algo essencial precisa ser reconstruído dentro e fora de campo. É o momento em que um treinador para de administrar a narrativa e começa a confrontar a realidade.