No Rio de Janeiro, durante a maior conferência mundial sobre aids, a ciência deu mais dois passos cautelosos em direção a uma das fronteiras mais antigas da medicina moderna: a possibilidade de que o corpo humano possa, um dia, viver sem o HIV. Dois pacientes que enfrentavam doenças graves do sangue receberam transplantes de células-tronco de doadores com uma mutação genética rara e, meses depois de abandonar os antirretrovirais, seguem sem qualquer sinal detectável do vírus. O número total de casos assim documentados no mundo chegou a 13 — uma lista pequena, mas que carrega um peso simbólico
Dois novos casos de remissão do HIV são anunciados no Rio de Janeiro
Pacientes com HIV e doenças hematológicas graves submetidos a transplantes de células-tronco como tratamento para condições potencialmente fatais.