Na 26ª Conferência Internacional sobre Aids, no Rio de Janeiro, dois novos pacientes foram apresentados à comunidade científica como casos de remissão prolongada do HIV — permanecendo sem carga viral detectável por até 14 meses após abandonar os antirretrovirais. O total de casos assim documentados sobe para 13, um número pequeno, mas carregado de significado numa epidemia que já ceifou mais de 44 milhões de vidas. A ciência avança com passos cautelosos entre a esperança e a certeza: o que se observa ainda é remissão, não cura, e o caminho entre esses dois termos continua sendo o grande desafi
Dois novos casos de remissão do HIV renovam esperança, mas cura ainda está distante
Desde o início da epidemia da Aids, mais de 44 milhões de pessoas morreram globalmente, com 630 mil mortes em 2024 e mais de 390 mil no Brasil.