No Rio de Janeiro, durante a maior conferência mundial sobre aids, dois novos pacientes foram apresentados ao mundo como possíveis curados do HIV — elevando para 13 o número de pessoas que, após transplantes de células-tronco com uma mutação genética rara, vivem sem o vírus e sem medicamentos. São números pequenos, mas que carregam o peso de décadas de busca científica e a lembrança de que cada avanço, por modesto que pareça, reescreve o horizonte do possível para milhões de pessoas.
Dois novos casos de possível cura do HIV são anunciados no Rio
Pacientes com HIV e doenças graves do sangue enfrentam complexidades adicionais, como retorno de hepatite B após interrupção de medicamentos que controlavam ambas as condições.