Com o retorno às aulas em agosto, a doença mão-pé-boca volta a circular entre as crianças brasileiras com força renovada — em São Paulo, os casos cresceram 248% no período sazonal de 2025. Altamente contagiosa em ambientes coletivos, a infecção viral afeta sobretudo menores de cinco anos, lembrando-nos de que a vida em comunidade, tão essencial ao desenvolvimento humano, carrega também sua vulnerabilidade. A resposta não está no medo, mas na atenção: hábitos simples de higiene e observação cuidadosa dos sintomas são, como tantas vezes na medicina, o caminho mais seguro.
Doença mão-pé-boca cresce na volta às aulas; saiba prevenir e reconhecer sinais
Crianças menores de cinco anos são afetadas pela doença, com risco de desidratação e possíveis complicações neurológicas associadas ao Enterovírus A71.