Em meio ao debate crescente sobre a proteção de crianças no ambiente digital, o Discord contesta formalmente uma ordem da Autoridade Nacional de Proteção de Dados que suspendeu suas transmissões ao vivo no Brasil. A empresa não apenas alega impossibilidade técnica de cumprir o prazo de três dias úteis, mas questiona se a própria agência possui autoridade legal para impor uma medida de tamanha magnitude sem intervenção judicial. O episódio revela a tensão estrutural entre a urgência regulatória e os limites práticos e jurídicos do controle sobre plataformas digitais descentralizadas.
Discord questiona prazo e pede revogação de suspensão de lives imposta pela ANPD
Menores de idade podem estar expostos a conteúdos de violência, automutilação e suicídio na plataforma Discord, conforme evidências identificadas pela ANPD.