Uma adolescente morreu em junho no Brasil após participar de um servidor privado no Discord que a incentivava à automutilação — e a plataforma, pressionada pelo governo federal, admite ter identificado e removido o grupo antes do óbito, sem explicar quando nem como. O caso não é isolado: ele emerge de uma sequência de alertas ignorados e revela a tensão permanente entre a velocidade com que espaços digitais nocivos se formam e a lentidão com que as plataformas respondem. O que está em julgamento não é apenas uma empresa, mas a pergunta mais ampla sobre quem, afinal, é responsável pela seguranç
Discord afirma ter desativado servidor antes da morte de adolescente
Uma adolescente faleceu em 22 de junho após participar de servidor que incentivava automutilação, levantando questões sobre proteção de menores em plataformas digitais.