Governo libera novo lote de 'dinheiro esquecido' do PIS/Pasep nesta quinta

Valores não solicitados até setembro de 2028 viram patrimônio do Tesouro
O governo estabeleceu um prazo final para que trabalhadores e herdeiros resgatem seus direitos do antigo fundo PIS/Pasep.

Por décadas, bilhões de reais permaneceram adormecidos no antigo Fundo PIS/Pasep, esquecidos por trabalhadores que serviram ao país entre 1971 e 1988. Nesta quinta-feira, o governo federal retoma o ritual mensal de devolução, colocando nas mãos de quem solicitou até maio um saldo médio de R$ 2,8 mil — um acerto silencioso entre o Estado e o tempo. É um lembrete de que o dinheiro público tem memória, mas também tem prazo.

  • Milhões de brasileiros possuem dinheiro parado há décadas sem saber — e o relógio para resgatar esses valores está correndo.
  • Nesta quinta-feira (25 de junho), o governo libera novo lote para quem já solicitou; o saldo médio é de R$ 2,8 mil, mas varia conforme o histórico de cada trabalhador.
  • Quem ainda não pediu tem até 30 de junho para solicitar e pode receber em 27 de julho — a janela está se fechando.
  • A consulta é acessível pelo portal Repis Cidadão ou app do FGTS, bastando conta Gov.br e o número do NIS de 11 dígitos.
  • Herdeiros de titulares falecidos também têm direito, mas precisam apresentar documentação comprobatória do vínculo.
  • Quem não agir até setembro de 2028 perde o direito para sempre — os valores serão absorvidos definitivamente pelo Tesouro Nacional.

Nesta quinta-feira, 25 de junho, o governo federal libera mais um lote do chamado 'dinheiro esquecido' do Fundo PIS/Pasep — recursos acumulados entre 1971 e 1988 que permanecem sem dono há décadas. Recebem agora os trabalhadores e herdeiros que fizeram a solicitação até o fim de maio. O saldo médio é de R$ 2,8 mil por pessoa, variando conforme o tempo de serviço e a remuneração da época.

Qualquer pessoa que trabalhou no setor privado ou no serviço público durante aquele período e nunca sacou seus direitos pode estar elegível. Se o titular faleceu, os herdeiros também podem requerer o valor, desde que comprovem o vínculo por meio de certidões, declarações de dependentes ou autorização judicial.

Para quem ainda não solicitou, o prazo é 30 de junho — com pagamento previsto para 27 de julho. A consulta é simples: basta acessar o portal Repis Cidadão ou o app do FGTS com conta Gov.br e informar o NIS de 11 dígitos. O número pode ser encontrado no próprio app do FGTS, no Cartão Cidadão, no portal Meu INSS, no CadÚnico ou pelo telefone 135.

O governo mantém um calendário de liberações que se estende até janeiro de 2027. Mas há um limite definitivo: quem não solicitar o ressarcimento até setembro de 2028 perderá o direito para sempre, e os valores serão incorporados ao Tesouro Nacional. O prazo é longo — mas não infinito.

Nesta quinta-feira, 25 de junho, o governo federal coloca em circulação mais um lote do chamado "dinheiro esquecido" — recursos acumulados no antigo Fundo PIS/Pasep que permanecem sem dono há décadas. Desta vez, recebem os trabalhadores e herdeiros que já fizeram a solicitação até o final de maio. O saldo médio disponível para cada pessoa é de R$ 2,8 mil, embora o valor real varie bastante dependendo de quanto tempo a pessoa trabalhou e quanto ganhava na época em que o dinheiro foi depositado.

O fundo em questão é um resquício de um programa que funcionou entre 1971 e 1988. Qualquer pessoa que trabalhou como funcionário da iniciativa privada ou servidor público durante esse período e nunca sacou seus direitos pode estar elegível. Se o titular faleceu, os herdeiros também têm direito de requerer o valor. Trata-se de uma quantidade significativa de pessoas com dinheiro parado — o governo vem liberando esses recursos em lotes mensais desde que o programa foi retomado.

Para quem ainda não fez o pedido, há um prazo que se aproxima. Até 30 de junho é possível solicitar o ressarcimento, e o pagamento chegaria em 27 de julho, conforme o calendário estabelecido. A consulta sobre valores disponíveis é simples: pode ser feita pelo portal Repis Cidadão ou pelo aplicativo do FGTS. Basta acessar com a conta Gov.br, informar o número do NIS (Número de Identificação Social, que possui 11 dígitos) e o sistema mostra se há recursos à espera.

O número do NIS pode ser encontrado em vários lugares — no próprio aplicativo do FGTS, no Cartão Cidadão, no portal Meu INSS, no CadÚnico ou ligando para a central de atendimento 135. Uma vez confirmado que há dinheiro disponível, a solicitação pode ser feita pessoalmente em uma agência da Caixa Econômica Federal ou diretamente pelo app do FGTS. Se o beneficiário fizer o pedido por conta própria, precisa apenas apresentar um documento de identificação oficial. Herdeiros, porém, precisam comprovar o vínculo com o titular falecido através de certidões, declarações de dependentes ou autorização judicial, conforme a situação.

O governo tem mantido um calendário de liberações que se estende até janeiro de 2027, com pagamentos previstos para 25 de junho, 27 de julho, 25 de agosto, 25 de setembro, 26 de outubro, 25 de novembro, 28 de dezembro e janeiro do ano que vem. Mas há um detalhe importante: quem não solicitar o ressarcimento até setembro de 2028 perderá o direito. Após essa data, os valores serão incorporados definitivamente ao Tesouro Nacional e não poderão mais ser sacados. É um prazo longo, mas não infinito — para quem tem direito, o relógio está marcando.

O saldo médio disponível para saque é de R$ 2,8 mil por pessoa, variando de acordo com o tempo de trabalho e a remuneração recebida na época
— Governo Federal
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que esse dinheiro ficou esquecido por tanto tempo?

Model

Porque o programa PIS/Pasep funcionou entre 1971 e 1988 e depois foi encerrado. Muita gente simplesmente não sabia que tinha direito, ou esqueceu mesmo. O governo só retomou esses pagamentos recentemente.

Inventor

E por que o governo está liberando em lotes, em vez de tudo de uma vez?

Model

Provavelmente é uma questão de fluxo de caixa e organização administrativa. Liberar tudo simultaneamente criaria uma pressão enorme nos sistemas e nas agências. Assim, em lotes mensais, fica mais controlado.

Inventor

Qual é o risco real para quem não solicitar a tempo?

Model

Perder o dinheiro de verdade. Em setembro de 2028, qualquer valor não solicitado vira patrimônio do Tesouro Nacional. Não há segunda chance depois disso.

Inventor

Como alguém descobre se tem direito?

Model

É bem acessível: entra no portal Repis Cidadão com a conta Gov.br, coloca o número do NIS e pronto. O sistema diz se há recursos esperando.

Inventor

E se a pessoa morreu?

Model

Os herdeiros podem solicitar, mas precisam comprovar o vínculo. Não é automático — exige documentação como certidão de óbito, declaração de dependentes ou até autorização judicial em alguns casos.

Inventor

Esse valor médio de R$ 2,8 mil é muito ou pouco?

Model

Depende. Para quem trabalhou pouco tempo ou ganhava pouco, pode ser menos. Para quem trabalhou vários anos com salário melhor, pode ser bem mais. O valor reflete exatamente quanto foi depositado na época.

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