Durante mais de sete décadas, pesquisadores da University College London acompanharam quase três mil britânicos e descobriram que anos de aperto financeiro deixam rastros visíveis no próprio cérebro — não pela ausência de dinheiro em si, mas pelo ambiente de estresse, privação e desgaste que ela sustenta. O estudo, publicado em 2026, convida a sociedade a reconhecer que o envelhecimento cerebral não é apenas uma questão biológica ou cronológica, mas também uma história escrita pelas condições em que se vive.