No Brasil, o câncer de pulmão mata em silêncio não apenas pela biologia da doença, mas pela ausência de estruturas que permitam encontrá-lo a tempo. Nove em cada dez pacientes chegam ao SUS já em estágios avançados, quando a cura se torna improvável — não por falta de tecnologia disponível, mas por falta de um sistema organizado de rastreamento. A história de quem sobrevive revela, por contraste, o peso do que poderia ser evitado.
Diagnóstico tardio condena 90% dos pacientes com câncer de pulmão no Brasil
Em 2024, o câncer de pulmão matou 32.555 pessoas no Brasil, com projeção de 35.380 novos casos anuais até 2028.