Na madrugada de um domingo de agosto, cinquenta e seis pessoas seguiam de Belo Horizonte para Copacabana quando o ônibus que as transportava tombou nas curvas da Serra de Petrópolis. Dez não chegaram ao destino — entre elas uma menina de sete anos e uma jovem grávida de dezenove. O veículo operava à margem da lei, sem habilitação para o transporte interestadual, e sobreviventes relatam que pedidos para o motorista reduzir a velocidade foram ignorados. O acidente coloca em evidência, mais uma vez, o custo humano do transporte clandestino e a distância entre a regulação existente e sua efetiva a
Dez morrem em tombamento de ônibus clandestino na BR-040; entre vítimas, grávida e criança
Dez pessoas morreram, incluindo uma criança de 7 anos e uma gestante de 19 anos; 49 vítimas foram atendidas no local, com feridos distribuídos entre hospitais de Petrópolis, Duque de Caxias e Rio de Janeiro.