Em algum lugar entre a tradição dos arcades japoneses e as fronteiras da realidade virtual, uma pequena equipe de desenvolvedores descobriu que a tecnologia mais sofisticada às vezes precisa ceder espaço ao gesto humano mais elementar. Para animar com fidelidade as cenas de Super Real Mahjong Venus Returns, os criadores do jogo recorreram aos próprios corpos como referência, transformando o escritório em estúdio improvisado e o movimento cotidiano em matéria-prima artística. É um lembrete de que, mesmo na era dos motores gráficos avançados, a observação atenta do humano continua sendo uma ferr