Desde a Antiguidade, Betelgeuse ilumina Órion como um presságio de grandiosidade cósmica — e agora, pela primeira vez, não está sozinha aos olhos da ciência. Astrônomos internacionais confirmaram a existência de uma estrela companheira orbitando a supergigante vermelha, revelando que as variações de brilho que por décadas alimentaram especulações sobre uma explosão iminente têm origem externa, não interna. A descoberta, feita com o Very Large Telescope no Chile, não apenas resolve um mistério de longa data, mas também recalibra o tempo humano diante do tempo cósmico: a supernova de Betelgeuse,