A menos de quatro meses das eleições estaduais, Pernambuco vive uma disputa que os números se recusam a resolver: a governadora Raquel Lyra e o ex-prefeito João Campos seguem separados por uma margem que a estatística considera inexistente. O Datafolha, ao ouvir mais de mil eleitores pernambucanos no final de julho, revelou não um líder, mas um equilíbrio — sinal de que o destino do estado ainda pertence ao tempo e à campanha, não às pesquisas.