ESA Nacional expande cursos de IA e Direito Digital para advogados

A tecnologia não é mais periférica para o direito, mas central
A ESA Nacional reconhece que advogados precisam dominar IA e direito digital para permanecer competitivos.

Em um momento em que algoritmos começam a moldar decisões com consequências jurídicas profundas, a Escola Superior de Advocacia Nacional — braço formativo da OAB — amplia sua oferta de cursos em inteligência artificial e direito digital. A iniciativa reconhece que a tecnologia deixou de ser um tema auxiliar do direito para se tornar seu centro de gravidade. Ao capacitar advogados brasileiros para navegar regulamentações, riscos éticos e implicações legais da IA, a instituição aposta que a competência técnica-jurídica será, no século 21, tão essencial quanto o domínio do Código Civil.

  • A advocacia brasileira enfrenta uma lacuna real: muitos profissionais foram formados antes da transformação digital se aprofundar e hoje se veem despreparados para atender clientes que operam em ambientes tecnológicos complexos.
  • O mercado já está se reorganizando — empresas implementam IA em contratos, due diligence e predição judicial, e buscam orientação jurídica que a maioria dos escritórios ainda não consegue oferecer com segurança.
  • A OAB responde de forma estruturada: os novos cursos da ESA Nacional não pretendem transformar advogados em programadores, mas equipá-los para fazer as perguntas certas e identificar riscos legais antes que se tornem litígios.
  • O momento é estratégico — regulamentações sobre IA avançam no Brasil e no mundo, e os profissionais que dominarem esse campo primeiro estarão em posição de vantagem competitiva clara.
  • A expansão dos cursos é também um sinal institucional: a OAB está declarando que entender IA e direito digital não é diferencial — é requisito mínimo de competência profissional contemporânea.

A Escola Superior de Advocacia Nacional, estrutura de formação continuada da Ordem dos Advogados do Brasil, está ampliando sua grade de cursos para cobrir dois campos que se tornaram centrais na prática jurídica: inteligência artificial e direito digital. A iniciativa parte de um diagnóstico claro — a tecnologia não é mais periférica ao direito, e ignorá-la tem custo profissional real.

Os novos cursos buscam oferecer aos advogados conhecimento prático sobre como a IA opera nos processos legais e quais são suas implicações regulatórias, éticas e jurídicas. A proposta não é técnica no sentido da engenharia, mas estratégica no sentido do direito: capacitar profissionais a identificar riscos, orientar clientes e compreender questões que vão da proteção de dados à responsabilidade civil de plataformas.

A OAB reconhece um desafio duplo. Há demanda crescente por advogados que dominem direito digital, e há uma lacuna de conhecimento entre profissionais formados antes dessa transformação se consolidar. Os cursos da ESA Nacional vêm preencher esse espaço de forma estruturada, em um momento em que regulamentações sobre IA avançam tanto no Brasil quanto globalmente.

Mais do que uma iniciativa educacional, a expansão é um posicionamento institucional. Ao incluir IA e direito digital em sua formação esperada, a OAB sinaliza que essas competências deixaram de ser diferenciais para se tornarem requisitos. Profissionais que não acompanharem essa transformação correm o risco de ficar à margem de um mercado que já se reorganiza em torno delas.

A Escola Superior de Advocacia Nacional, braço de formação continuada da Ordem dos Advogados do Brasil, está expandindo sua oferta de cursos para cobrir dois campos que se tornaram incontornáveis na prática jurídica contemporânea: inteligência artificial e direito digital. A iniciativa reconhece uma realidade que já não pode ser ignorada — a tecnologia não é mais um assunto periférico para o direito, mas central.

Os novos cursos buscam equipar advogados com conhecimento prático sobre como a IA funciona, onde ela aparece nos processos legais, e quais são as implicações jurídicas de sua adoção crescente. Não se trata apenas de entender ferramentas, mas de compreender as questões regulatórias, éticas e legais que emergem quando algoritmos começam a tomar decisões que afetam direitos das pessoas.

A OAB reconhece que a advocacia brasileira enfrenta um desafio duplo. De um lado, há demanda crescente do mercado por profissionais que saibam navegar questões de direito digital — desde proteção de dados até responsabilidade civil de plataformas. Do outro, há uma lacuna real de conhecimento entre muitos profissionais que foram formados antes dessa transformação tecnológica se aprofundar.

Os cursos da ESA Nacional vêm responder a essa lacuna de forma estruturada. A proposta não é transformar advogados em engenheiros de software, mas capacitá-los a entender o suficiente sobre tecnologia para fazer perguntas certas, identificar riscos legais, e aconselhar clientes de forma informada. Isso inclui questões práticas: como a IA está sendo usada em due diligence, em análise de contratos, em predição de decisões judiciais.

A expansão desses cursos também sinaliza uma mudança institucional. A OAB está sinalizando que dominar essas áreas não é opcional — é parte da formação esperada de um advogado competente no século 21. Profissionais que não acompanharem essa transformação correm o risco de ficar para trás em um mercado que já está se reorganizando em torno dessas competências.

O timing é relevante. Regulamentações sobre IA estão sendo discutidas em nível global e nacional. Empresas estão implementando sistemas de IA em suas operações. Clientes estão procurando orientação jurídica sobre como fazer isso de forma legal e responsável. A advocacia que conseguir oferecer essa orientação estará em posição vantajosa.

A iniciativa da ESA Nacional, portanto, não é apenas educacional — é estratégica. Ela posiciona a advocacia brasileira para lidar com os desafios jurídicos que já estão batendo à porta, e que só tendem a se multiplicar nos próximos anos.

La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que a OAB decidiu expandir justamente esses cursos agora? Não poderia ter esperado mais?

Model

Porque o mercado não está esperando. Empresas já estão usando IA, clientes já estão fazendo perguntas que advogados não conseguem responder com segurança. Se a OAB não agir, a profissão fica vulnerável.

Inventor

Qual é o risco real para um advogado que não entende IA?

Model

Não conseguir identificar questões legais que estão embutidas em tecnologia. Um cliente implementa um sistema de IA para recrutamento, e o advogado não vê o risco de discriminação algorítmica. Isso é negligência profissional.

Inventor

Esses cursos vão resolver o problema?

Model

Vão começar. Não transformam ninguém em especialista em semanas, mas criam uma base comum de conhecimento. Advogados saem sabendo o que perguntar, onde procurar orientação, como estruturar um parecer.

Inventor

E para quem já está estabelecido na profissão? É fácil voltar a estudar?

Model

Não é fácil, mas é necessário. A profissão está mudando. Quem não acompanhar vai perder clientes para quem acompanha.

Inventor

Qual é a parte mais urgente — IA ou direito digital?

Model

São inseparáveis. Direito digital é o guarda-chuva, IA é uma das questões mais complexas dentro dele. Mas sim, IA é a que mais está gerando demanda agora.

Quieres la nota completa? Lee el original en Google News ↗
Contáctanos FAQ