Em meio a um ciclo de pressão financeira que corrói a confiança do mercado, a CSN obteve o respaldo de quase 78% de seus credores para trocar um bilhão de dólares em dívida antiga por novos títulos e pagamentos em espécie — uma escolha que, para os investidores, representou apostar na recuperação em vez de aceitar a perda imediata. O movimento não resolve a crise, mas abre uma janela: a siderúrgica agora precisa transformar ativos em caixa e reconquistar a credibilidade que as agências de rating e o mercado acionário já começaram a retirar.