Em Palermo, uma menina de quatro anos morreu de difteria — doença que a vacinação havia praticamente apagado da Itália há uma década. Os pais, guiados pelo medo infundado de que a vacina causaria autismo, recusaram imunizá-la, e o que começou como febre e vómitos terminou em terapia intensiva. O caso coloca diante de nós uma tensão antiga e sempre urgente: o direito individual à crença e a responsabilidade colectiva perante a vida de uma criança.
Criança de 4 anos morre por suspeita de difteria em Palermo; pais recusaram vacinação
Criança de 4 anos faleceu; primo de 4 anos hospitalizado com sintomas semelhantes; três irmãos não vacinados agora sob vigilância das autoridades de saúde.