Em um movimento que une energia e telecomunicações, a CPFL Energia e a TIM anunciam uma parceria de R$ 60 milhões para construir uma rede privativa na frequência de 450 MHz — uma faixa historicamente associada a comunicações críticas. Espalhada por 50 municípios de São Paulo e Rio Grande do Sul, essa infraestrutura não é apenas um upgrade tecnológico: é uma aposta na autonomia operacional de uma distribuidora que serve quase um milhão de pessoas. O projeto, com conclusão prevista para 2029, reflete uma tendência mais ampla de setores essenciais que buscam soberania sobre suas próprias redes de