Costa do Marfim vence Equador com gol nos acréscimos na Filadélfia

A insistência marfinense, enfim, rendeu aos 44 minutos do segundo tempo
Amad Diallo marca o gol decisivo nos acréscimos, quebrando a resistência equatoriana.

Na Filadélfia, a Costa do Marfim encerrou doze anos de ausência nas Copas do Mundo da forma mais dramática possível: um gol nos acréscimos, marcado por um reserva, diante de uma torcida que torcia pelo adversário. O Equador, que chegava invicto há 19 jogos e acertou o travessão três vezes, viu a história virar contra si no último suspiro — um lembrete de que no futebol, como na vida, a persistência muitas vezes supera o mérito imediato.

  • O Equador dominou as melhores chances do jogo, acertando o travessão três vezes, mas a eficiência que faltou ao ataque custou caro no final.
  • Amad Diallo, saindo do banco, converteu o único gol aos 44 minutos do segundo tempo com um chute preciso no canto, quebrando 19 jogos de invencibilidade equatoriana.
  • A Costa do Marfim, ausente das Copas há doze anos, encontrou no flanco direito — com Diomandé e Pepé — sua principal arma ofensiva ao longo de toda a partida.
  • Com a vitória, os marfinenses sobem para a segunda posição do grupo E, atrás da Alemanha, que goleou Curaçao por 7 a 1 e ultrapassou o Brasil no saldo histórico de gols em Copas.
  • O grupo E se consolida como um dos mais disputados do torneio, com Costa do Marfim x Alemanha e Equador x Curaçao definindo os rumos na próxima rodada.

Na Filadélfia, diante de uma torcida majoritariamente equatoriana, a Costa do Marfim voltou à Copa do Mundo após doze anos de ausência com uma vitória de 1 a 0 decidida nos acréscimos. O gol foi marcado por Amad Diallo, que entrou no banco e, aos 44 minutos do segundo tempo, recebeu de Singo na entrada da área e chutou de primeira no canto direito, sem chances para o goleiro Galíndez.

O jogo foi equilibrado, mas o Equador criou as melhores oportunidades. No primeiro tempo, Enner Valencia e Minda acertaram o travessão em duas ocasiões distintas. No segundo tempo, Valencia voltou a machucar a trave após passe de Gonzalo Plata, atacante do Flamengo. A Costa do Marfim respondia com insistência pelo flanco direito, onde Diomandé — alvo de interesse europeu na janela de transferências — pressionava constantemente o lateral Hincapié, do Arsenal.

A vitória encerrou uma sequência de 19 jogos sem derrota do Equador e representou a quarta vitória consecutiva dos marfinenses, que chegavam ao torneio como campeões da Copa Africana de Nações de 2023. Com o resultado, a Costa do Marfim assumiu a segunda posição do grupo E, atrás da Alemanha, que havia goleado Curaçao por 7 a 1 mais cedo — placar que levou o saldo alemão a superar o histórico do Brasil em Copas.

Na próxima rodada, Costa do Marfim e Alemanha se enfrentam em duelo direto pela liderança do grupo, enquanto o Equador busca recuperação contra Curaçao. A noite na Filadélfia deixou claro que o grupo E será muito mais disputado do que se imaginava.

Na Filadélfia, diante de uma torcida majoritariamente equatoriana, a Costa do Marfim conquistou sua estreia na Copa do Mundo com um triunfo apertado de 1 a 0. Depois de doze anos longe do torneio, os marfinenses voltaram com uma vitória que, embora modesta no placar, carregava o peso de uma volta importante. O gol veio nos acréscimos do segundo tempo, marcado por Amad Diallo, que havia entrado no banco e decidiu a partida com um chute preciso no canto do goleiro.

O jogo foi equilibrado, mas o Equador criou as melhores oportunidades. No primeiro tempo, Enner Valencia e Minda acertaram o travessão em duas ocasiões diferentes, deixando claro que os sul-americanos tinham condições de sair na frente. A Costa do Marfim, por sua vez, encontrava seus melhores momentos pela direita, onde Diomandé — jogador que despertava interesse de clubes europeus naquela janela de transferências — causava problemas constantes para o lateral equatoriano Hincapié, do Arsenal.

No segundo tempo, o padrão se repetiu. O Equador novamente acertou a trave com um chute de Valencia, desta vez após passe de Gonzalo Plata, o atacante do Flamengo. A Costa do Marfim respondeu com mais intensidade, mantendo Diomandé e Pepé como eixos ofensivos pelo flanco direito. A insistência marfinense, que parecia não render frutos durante a maior parte do confronto, finalmente se converteu em gol aos 44 minutos do segundo tempo. Singo se desvencilhou da marcação ainda na defesa, avançou e tocou para Diallo na entrada da área. O atacante, vindo do banco, não desperdiçou: chute de primeira no canto direito, sem chance para Galíndez.

O resultado pôs fim a uma sequência impressionante do Equador. Os sul-americanos chegavam ao jogo invictos há 19 partidas, uma marca que desapareceu naquela noite na Filadélfia. Para a Costa do Marfim, a vitória representava a quarta consecutiva, consolidando um bom momento que incluía o título da Copa Africana de Nações conquistado em casa, em 2023. O Equador, por sua parte, disputava sua quinta Copa do Mundo, tendo chegado ao torneio após uma campanha de segundo lugar nas Eliminatórias sul-americanas.

Com o triunfo, a Costa do Marfim assumiu a segunda posição no grupo E, atrás apenas da Alemanha, que havia goleado Curaçao por 7 a 1 mais cedo naquele dia. A goleada alemã teve uma repercussão além do placar: o saldo de gols da Alemanha ultrapassou o do Brasil no histórico de Copas do Mundo. Nos acréscimos, o Equador ainda tentou pressionar em busca do empate, mas a defesa marfinense resistiu.

O próximo compromisso da Costa do Marfim é contra a Alemanha, no sábado, 20 de junho, às 17 horas no horário de Brasília, em um duelo direto pela liderança do grupo. O Equador, buscando recuperação, enfrenta Curaçao no mesmo dia, às 21 horas. A noite na Filadélfia deixou claro que o grupo E seria mais competitivo do que alguns esperavam.

A Costa do Marfim engatou a quarta vitória seguida, consolidando bom momento que inclui o título da Copa Africana de Nações em 2023
— Contexto da campanha marfinense
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que um gol nos acréscimos muda tanto a narrativa de um jogo que foi equilibrado do começo ao fim?

Model

Porque o Equador criou chances reais — duas bolas no travessão — e merecia sair na frente. Quando você não converte o que cria, a fadiga chega. A Costa do Marfim foi mais fresca, mais rápida nos minutos finais. Diallo entrou e mudou o ritmo.

Inventor

A torcida equatoriana na Filadélfia deve ter sentido isso como uma injustiça.

Model

Absolutamente. Eles viram seu time jogar melhor durante boa parte da partida e perder por um detalhe. Mas o futebol é assim — chance não convertida é oportunidade perdida. Valencia e Minda tiveram a bola na mão, por assim dizer.

Inventor

O que essa vitória significa para a Costa do Marfim além dos três pontos?

Model

É o retorno. Doze anos fora. Eles voltam e ganham. Não é apenas um resultado; é confirmação de que o ciclo deles — o título africano em 2023, as vitórias seguidas — é real. Agora enfrentam a Alemanha.

Inventor

E o Equador perde uma invencibilidade de 19 jogos. Isso é grave?

Model

É simbólico. Não é o fim do mundo, mas quebra a confiança. Eles tinham um escudo, uma identidade. Agora precisam se reinventar rápido contra Curaçao.

Inventor

Diomandé foi destaque mesmo sem marcar. O que ele representa?

Model

É o tipo de jogador que os clubes europeus estão observando. Rápido, técnico, incisivo. Numa Copa do Mundo, essas exibições valem ouro no mercado. Ele deu trabalho o jogo todo.

Inventor

A goleada da Alemanha sobre Curaçao muda algo para a Costa do Marfim?

Model

Muda tudo. Agora eles sabem que precisam vencer a Alemanha para liderar o grupo. Não é mais sobre pontos — é sobre quem é o melhor. E a Alemanha acabou de mostrar que está em forma.

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