Corpo de mulher é encontrado em apartamento de Guarapari após mau cheiro

Rosi Mari, 64 anos, foi morta e encontrada em avançado estado de decomposição após desaparecer por 20 dias.
Relacionamentos rápidos, mulheres desaparecidas, corpos em decomposição
O padrão no histórico criminal do suspeito que ninguém conseguiu ver a tempo.

Em Guarapari, o corpo de Rosi Mari Marcelly Ayal, 64 anos, foi encontrado em avançado estado de decomposição no banheiro de seu próprio apartamento, vinte dias após seu desaparecimento silencioso. O suspeito, Alex de Almeida Barros, havia sido condenado por homicídio anos antes e estava em liberdade condicional há poucos meses quando o novo crime teria ocorrido. A tragédia levanta questões antigas sobre confiança, vulnerabilidade e os limites dos sistemas que deveriam proteger os mais expostos.

  • Rosi Mari desapareceu sem dar notícias por vinte dias, e foi o odor vindo de seu apartamento — e não a busca de sua família — que revelou seu destino.
  • O suspeito, conhecido pela vítima há apenas dois meses por meio da internet, teria planejado o crime para acessar uma herança estimada em R$ 300 mil.
  • Após o desaparecimento, Alex usou o celular de Rosi Mari para se passar por ela e aplicar golpes financeiros, o que alertou a família em Goiás sobre algo grave.
  • Ao ser cercado pela polícia em Minas Gerais, o suspeito jogou gasolina sobre o próprio corpo e ateou fogo antes de ser capturado — um gesto que intensificou o horror do caso.
  • Alex já havia sido condenado a doze anos por homicídio em 2020 e recebeu livramento condicional em setembro de 2025, meses antes deste novo crime.

O corpo de Rosi Mari Marcelly Ayal foi descoberto em seu apartamento na rua São Judas Tadeu, em Guarapari, depois que corretoras de imóveis, que tentavam contatá-la há dias para fechar negócios de locação, sentiram um odor forte vindo do imóvel. Uma delas tinha a chave do local e, ao entrar, encontrou a mulher de 64 anos morta no banheiro, em avançado estado de decomposição. Ela havia desaparecido havia cerca de vinte dias.

O principal suspeito é Alex de Almeida Barros, 48 anos, preso em Rio Casca, Minas Gerais. Ele e Rosi Mari se conheceram pela internet e namoravam há aproximadamente dois meses. A polícia acredita que o crime foi premeditado, motivado pelo interesse no patrimônio da vítima — incluindo o valor da venda de um apartamento em Vitória. Após o desaparecimento dela, Alex teria usado o celular de Rosi Mari para se passar por ela e pedir dinheiro a contatos, com mensagens em linguagem incompatível com a forma como ela costumava se comunicar. A família, em Goiás, desconfiou, registrou boletim de ocorrência e acionou as autoridades.

O histórico de Alex aprofunda a gravidade do caso. Em 2020, ele foi condenado a doze anos de prisão pela morte de Euzineia Loyola, 50 anos, encontrada morta em uma piscina em Anchieta após dois dias desaparecida — também em avançado estado de decomposição, também após um relacionamento conturbado. Em setembro de 2025, recebeu livramento condicional. Poucos meses depois, o novo crime teria ocorrido.

Durante a abordagem policial em Minas Gerais, Alex jogou gasolina sobre o próprio corpo e ateou fogo antes de ser detido. Ele havia fugido no veículo da vítima, mas foi capturado. As investigações seguem sob responsabilidade da Divisão Especializada de Homicídios de Guarapari, e a causa exata da morte ainda aguarda a conclusão dos laudos periciais.

O corpo de Rosi Mari Marcelly Ayal foi descoberto em um apartamento na rua São Judas Tadeu, em Guarapari, depois que corretoras de imóveis sentiram um odor forte e desagradável vindo do interior do imóvel. A mulher, com 64 anos, estava em avançado estado de decomposição. Ela havia desaparecido cerca de vinte dias antes, sem dar notícias à sua família, que mora em Goiás.

Rosi Mari estava negociando o aluguel de dois imóveis que possuía em Vitória quando desapareceu. As corretoras que trabalhavam com a locação tentavam contatá-la há dias para finalizar os negócios, mas não obtinham resposta. Uma delas, que tinha a chave do apartamento, decidiu ir até o local. Ao entrar, percebeu o mau cheiro intenso e desconfiou que algo estava errado. A polícia foi acionada e encontrou a vítima morta no banheiro do imóvel.

O principal suspeito é Alex de Almeida Barros, um homem de 48 anos que foi preso em Rio Casca, em Minas Gerais. Segundo as investigações, ele e Rosi Mari se conheceram pela internet e mantinham um relacionamento havia aproximadamente dois meses. A polícia suspeita que o crime foi premeditado, com o objetivo de que o homem tivesse acesso ao patrimônio da vítima, incluindo dinheiro proveniente da venda de um apartamento em Vitória. Após o desaparecimento de Rosi Mari, o suspeito teria utilizado o celular dela para se passar pela vítima e aplicar golpes.

A família de Rosi Mari, morando em Goiás, começou a desconfiar quando perdeu contato com ela. O filho registrou um boletim de ocorrência online e procurou ajuda junto às autoridades. Os familiares notaram movimentações suspeitas no celular da vítima, incluindo pedidos de dinheiro por mensagens de texto com linguagem incompatível com a forma habitual de comunicação dela. Diante dessa situação, acionaram a polícia.

O histórico de Alex de Almeida Barros agrava ainda mais o caso. Em 2020, ele já havia sido investigado e preso pela morte de Euzineia Loyola, uma mulher de 50 anos, encontrada morta dentro da piscina de um sítio em Anchieta, no sul do Espírito Santo, após ficar dois dias desaparecida. Seu corpo também estava em avançado estado de decomposição. Na época, familiares relataram que Euzineia mantinha um relacionamento conturbado com o então namorado. Alex foi condenado a doze anos de prisão por homicídio simples. No entanto, em setembro de 2025, ele recebeu o benefício do livramento condicional após cumprir mais de um terço da pena e atender aos requisitos previstos em lei. Poucos meses depois, o novo crime teria ocorrido.

Durante as buscas em Minas Gerais, equipes tentaram abordar Alex de Almeida Barros, mas ele teria jogado gasolina sobre o próprio corpo e ateado fogo antes de ser preso. Segundo a Polícia Civil, o suspeito fugiu para Minas Gerais dirigindo o veículo da mulher, mas acabou sendo capturado. As investigações estão sob responsabilidade da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Guarapari. A causa exata da morte ainda depende da conclusão dos laudos periciais, e a polícia ressaltou que, neste momento, não é possível afirmar com certeza a motivação do crime.

Movimentações suspeitas no celular da vítima, incluindo pedidos de dinheiro por mensagens de texto com linguagem incompatível com a forma habitual de comunicação dela
— Polícia Civil
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Como é que uma mulher desaparece por vinte dias sem que ninguém consiga encontrá-la?

Model

Porque o suspeito tinha acesso a tudo dela — o celular, o apartamento, a confiança que ela havia depositado nele. Ele conseguiu se passar por ela, enviar mensagens, pedir dinheiro. A família só desconfiou quando as mensagens começaram a não fazer sentido.

Inventor

E as corretoras? Elas não tinham como saber que algo estava errado antes?

Model

Elas estavam tentando fechar negócio, esperando resposta. Quando a resposta não vinha, decidiram ir até o apartamento. O mau cheiro foi o que as alertou. Sem isso, talvez ninguém descobrisse por mais tempo.

Inventor

Ele já tinha matado antes, certo?

Model

Sim. Condenado a doze anos em 2020 por matar outra namorada. Saiu em liberdade condicional em setembro de 2025. Alguns meses depois, isso aconteceu.

Inventor

Então o sistema falhou?

Model

Depende de como você vê. Ele cumpriu os requisitos legais para o livramento. Mas o padrão está ali — relacionamentos rápidos, mulheres desaparecidas, corpos em decomposição. Ninguém viu o padrão a tempo.

Inventor

E a herança? Quanto ele conseguiu?

Model

Não sabemos ao certo. Havia dinheiro de uma venda de apartamento, dois imóveis sendo alugados. Mas ele não chegou a ficar com nada. Foi preso antes de conseguir acessar o patrimônio.

Inventor

Como ele foi capturado?

Model

Fugiu para Minas Gerais no carro dela. Quando a polícia tentou abordá-lo, ele ateou fogo em si mesmo. Mesmo assim, foi preso.

Contact Us FAQ