No Parque São Jorge, o Corinthians chegou a uma encruzilhada familiar ao futebol brasileiro: a tensão entre o desejo esportivo e a realidade financeira. O Conselho de Orientação aprovou, por voto de desempate, a renovação de Memphis Depay — um atacante cujo contrato encerrado já gerava uma dívida estimada em R$ 77 milhões. A decisão não resolve o dilema, mas oferece ao presidente Osmar Stábile o respaldo político para transformar uma obrigação de curto prazo em um compromisso de longo prazo, apostando que a presença do jogador vale mais do que o custo de sua ausência.