Em mais um passo cauteloso rumo ao equilíbrio econômico, o Banco Central do Brasil reduziu a Selic para 14% ao ano — o quarto corte consecutivo e o menor patamar desde março de 2025. A decisão unânime do Copom reflete a tentativa de aproximar a inflação da meta sem ignorar um mundo externo marcado por conflitos e incertezas monetárias. Ainda assim, o Brasil permanece com uma das maiores taxas de juros reais do planeta, e as projeções de inflação acima da meta se estendem até 2028 — lembrando que a política monetária de hoje molda a economia de amanhã.