Três países, três cerimônias, dezenas de artistas
Na noite de 12 de junho, Los Angeles tornou-se o epicentro de uma celebração sem precedentes: a abertura de uma Copa do Mundo disputada, pela primeira vez na história, em três nações ao mesmo tempo. O SoFi Stadium reuniu vozes de continentes distintos — da Coreia do Sul ao Brasil, da Nigéria aos Estados Unidos — como se o futebol precisasse lembrar ao mundo que sua linguagem sempre foi maior do que qualquer fronteira. O espetáculo não era apenas um prólogo para os jogos; era, em si mesmo, uma declaração sobre o alcance humano do esporte.
- Pela primeira vez na história, três países — EUA, México e Canadá — dividiram simultaneamente a responsabilidade de sediar uma Copa do Mundo, tornando a cerimônia de abertura um evento tripartido e sem precedente.
- O SoFi Stadium em Los Angeles foi o primeiro palco a ganhar vida, com Future e Tyla abrindo a noite antes da performance central que reuniu LISA, Anitta e Rema na música oficial 'Goals'.
- A escolha dos artistas não foi aleatória: representantes da música sul-coreana, brasileira e nigeriana no mesmo palco sinalizaram uma disputa simbólica por influência cultural global tão intensa quanto a disputa esportiva.
- Katy Perry aguardava nos bastidores para uma apresentação imediatamente antes do apito inicial entre EUA e Paraguai, enquanto Dan e Shay e o grupo Purahei Soul se preparavam para entoar os hinos nacionais.
- A cerimônia consolidou a Copa 2026 não apenas como um torneio esportivo, mas como um fenômeno cultural de escala inédita, com celebrações simultâneas em três países e dezenas de artistas de múltiplos continentes.
Los Angeles acordou sob o brilho do SoFi Stadium na noite de sexta-feira para testemunhar o início de algo inédito: a abertura de uma Copa do Mundo compartilhada por três nações. Pela primeira vez, Estados Unidos, México e Canadá dividiram não apenas os jogos, mas também as cerimônias de abertura — cada país com seu próprio elenco de artistas, cada palco com sua própria história para contar.
O SoFi Stadium foi o primeiro a ganhar vida. Future e Tyla abriram a noite, antes que três vozes de três continentes se encontrassem para interpretar 'Goals', música oficial da competição: LISA do BLACKPINK, a brasileira Anitta e o nigeriano Rema. A escolha não era casual — era uma confluência de mercados globais e de influências que atravessam oceanos.
Enquanto Los Angeles celebrava, outras cerimônias aconteciam nos demais países. Alanis Morissette havia cantado o hino canadense mais cedo naquele dia. Para o jogo de abertura entre EUA e Paraguai, os hinos nacionais ficariam a cargo da dupla country Dan e Shay e do grupo paraguaio Purahei Soul. Katy Perry ainda estava programada para uma apresentação antes da bola rolar.
A taça brilhava sob os holofotes como testemunha silenciosa de um torneio que redefinira a própria noção de como uma Copa do Mundo pode ser organizada e celebrada — três países, três cerimônias, um único propósito.
Los Angeles acordou sob o brilho do SoFi Stadium na noite de sexta-feira, 12 de junho, para testemunhar um espetáculo que marcava o início de algo inédito no futebol mundial. A cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 reuniu nomes que atravessam continentes e gêneros musicais — uma celebração que refletia a própria natureza histórica do torneio: pela primeira vez, três nações compartilhavam a responsabilidade de sediar a competição. Estados Unidos, México e Canadá dividiram entre si não apenas os jogos, mas também as cerimônias de abertura, cada uma com seu próprio elenco de artistas.
O palco do SoFi Stadium em Los Angeles foi o primeiro a ganhar vida. Future, o rapper que ajudou a definir o som do hip-hop contemporâneo, subiu ao palco acompanhado por Tyla, cuja presença marcava a força crescente de artistas que moldavam a cultura musical dos Estados Unidos. Mas a noite reservava mais. Logo depois, três vozes se encontraram para interpretar "Goals", uma das músicas oficiais da competição: LISA, integrante do grupo sul-coreano BLACKPINK, a brasileira Anitta e o cantor nigeriano Rema. A escolha dos artistas não era casual — representava uma confluência de mercados globais, de influências que atravessavam oceanos e fronteiras.
Enquanto Los Angeles celebrava, outras cerimônias aconteciam simultaneamente nos outros dois países. Alanis Morissette, a canadense que marcou gerações com sua música, havia cantado o hino do Canadá mais cedo naquele mesmo dia. A FIFA havia anunciado que os hinos nacionais dos times que se enfrentariam — Estados Unidos e Paraguai — seriam interpretados pela dupla country Dan e Shay e pelo grupo paraguaio Purahei Soul, respectivamente.
Mas o espetáculo ainda não havia terminado. Katy Perry, uma das maiores estrelas pop do planeta, estava programada para fazer uma breve apresentação antes da bola rolar, adicionando mais um nome de peso ao elenco da noite. A cerimônia de abertura, portanto, não era apenas um prólogo para o jogo — era um evento em si, uma declaração sobre o alcance global do futebol e sua capacidade de reunir artistas de diferentes continentes, idiomas e tradições musicais em um único momento.
A taça da Copa do Mundo brilhava sob os holofotes do estádio, testemunha silenciosa de um torneio que se desdobrava de forma nunca antes vista. Três países, três cerimônias, dezenas de artistas — tudo convergia para um único propósito: marcar o início de uma competição que redefinira a própria noção de como uma Copa do Mundo poderia ser organizada e celebrada.
Citações Notáveis
A FIFA divulgou que os hinos nacionais seriam interpretados pela dupla country Dan e Shay e pelo grupo paraguaio Purahei Soul— FIFA
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Por que a FIFA escolheu tantos artistas diferentes para uma única cerimônia? Não seria mais simples ter um grande show?
A Copa 2026 não é um evento único — são três, acontecendo simultaneamente em três países. Cada cerimônia precisava refletir a identidade cultural do lugar. Los Angeles merecia seus próprios nomes, assim como México e Canadá mereciam os seus.
E a escolha de Anitta, LISA e Rema para "Goals"? O que une esses artistas?
Eles representam exatamente o que a Copa 2026 é: global. Anitta do Brasil, LISA da Coreia do Sul, Rema da Nigéria. Três continentes em uma música. É a Copa do Mundo em forma de som.
Katy Perry estava programada para depois, certo? Por que não no meio do show?
Porque o timing importa. Ela era o clímax antes do jogo começar, o momento que faz o estádio inteiro se levantar. Cada artista tinha seu lugar, sua função na narrativa da noite.
Isso muda algo para quem está assistindo em casa?
Muda tudo. Para quem está na televisão, é um espetáculo contínuo. Para quem está no estádio, é uma experiência que constrói tensão, que prepara o corpo e a mente para o que vem a seguir. A cerimônia não é decoração — é parte do evento.