Numa era em que protegemos senhas com crescente cuidado, os cibercriminosos deslocaram silenciosamente o seu olhar para algo ainda mais valioso: os cookies de sessão, pequenos ficheiros que guardam a porta aberta depois de já termos entrado. Um estudo da NordVPN revelou que 52,4 mil milhões destes ficheiros foram roubados num único ano, surgindo nas bases de dados criminosas 4,6 vezes mais do que senhas e cartões de crédito juntos. O paradoxo inquietante é que 96% das vítimas tinham antivírus instalado — lembrando-nos que a sensação de segurança pode ser, ela própria, uma vulnerabilidade.