Em meio à turbulência provocada por questionamentos sobre o preço pago pela aquisição da FMU, os controladores da Ânima Educação escolheram responder não com palavras, mas com capital: Daniel e Rômulo Castanho ampliaram sua participação de 29,9% para 36,9%, sinalizando ao mercado que enxergam valor onde outros enxergam risco. É um gesto antigo no vocabulário dos negócios — quando os donos compram enquanto o mundo vende, estão apostando que o tempo lhes dará razão.