No coração de uma disputa comercial que atravessa fronteiras e cadeiras de cozinha, consumidores americanos pedem ao governo que redistribua cotas de importação de açúcar com tarifas reduzidas, diante de um déficit de quase 146 mil toneladas na oferta doméstica. O pedido revela a tensão eterna entre quem consome e quem produz, agravada pelo anúncio de uma tarifa adicional de 25% sobre o açúcar brasileiro — medida que estreita ainda mais os caminhos de abastecimento. É um momento em que a política comercial se traduz diretamente no preço de um refrigerante e na sobrevivência de uma fazenda.