Em um movimento que pode redesenhar o mapa do petróleo no Brasil, o conselho da Brava Energia recomendou aos seus acionistas que aceitem a oferta da Ecopetrol — a estatal colombiana que busca consolidar 51% do controle da companhia. A decisão, anunciada na sexta-feira, não encerra o debate, mas o orienta: cada investidor terá até o leilão de 5 de agosto para pesar o que significa entregar as rédeas de uma petroleira brasileira a mãos estrangeiras, ainda que com promessas de continuidade e crescimento.
Conselho da Brava Energia recomenda aceitar OPA da Ecopetrol por 25% das ações
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