Com a chegada do inverno, os consultórios oftalmológicos registram um fluxo crescente de pacientes com conjuntivite — fenômeno que não é acaso, mas consequência previsível do frio, do ar seco e do confinamento em ambientes fechados. A inflamação da conjuntiva se apresenta em formas virais, bacterianas e alérgicas, cada uma com lógica própria e tratamento distinto. Nesse cenário, a medicina alerta: o olho vermelho é um sinal que merece leitura cuidadosa, não resposta apressada.