No alto do Morro Cechinel, em Criciúma, o céu desta sexta-feira oferece uma das lições mais antigas da humanidade: que o universo pode ser contemplado sem custo, sem credencial e sem fronteira de idade. A conjunção entre a Lua crescente e Vênus — dois astros que parecem flutuar lado a lado, embora separados por milhões de quilômetros — convida qualquer pessoa a erguer os olhos e reconhecer seu lugar no cosmos. O Parque Astronômico Municipal Albert Einstein transforma esse acaso da geometria celeste em um ato coletivo de curiosidade e pertencimento.