No Rio de Janeiro, a maior conferência mundial sobre aids anuncia dois novos casos de pessoas que eliminaram ou controlam o HIV sem medicamentos, elevando para 13 o número de curas documentadas desde o início da epidemia. Cada um desses casos nasceu de uma circunstância trágica — um câncer do sangue que exigiu transplante de medula óssea —, o que torna esse caminho inacessível à maioria dos 90 milhões de pessoas que já viveram com o vírus. Ainda assim, a ciência aprende com cada exceção rara, e são essas lições que alimentam a esperança de tratamentos futuros aplicáveis em escala humana.