A cada ano, 3,6 milhões de vidas são interrompidas por uma condição que raramente anuncia sua presença. O colesterol elevado age em silêncio, moldando o destino cardiovascular de pessoas que se sentem perfeitamente saudáveis — e a ciência nos lembra que a culpa não recai sobre um único hábito, mas sobre uma teia de fatores que vai da herança genética ao modo como envelhecemos. Compreender esse conjunto é, antes de tudo, um ato de responsabilidade com a própria continuidade.
Colesterol alto: genética, diabetes e sedentarismo aumentam risco cardiovascular
Colesterol alto causa 3,6 milhões de mortes anualmente, com infarto e acidente vascular cerebral entre as principais consequências.
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