Quando um colega de palco é preso por um crime que desafia toda compreensão, o ator Kiko Pissolato se vê diante de uma forma particular de luto: não a perda de uma pessoa, mas a dissolução de uma imagem construída ao longo de quase uma década de convivência profissional. A prisão de Marco Furlan, acusado de estuprar uma criança de cinco anos, força não apenas um rompimento pessoal, mas um convite coletivo para que a sociedade examine suas próprias estruturas de silêncio e cumplicidade.
Colega de Marco Furlan relata choque com prisão e diz que imagem do ator 'deixou de existir'
Criança de 5 anos vítima de abuso sexual, investigado como estupro de vulnerável.