Juntar, treinar, ficar bem um conjunto, entrosar
No Museu do Amanhã, enquanto a CBF revelava os convocados para a Copa do Mundo 2026, o ex-atacante Cláudio Adão expressou algo raro no futebol: não esperança, mas convicção. Para quem conheceu de perto o peso de vencer em alto nível, o elenco brasileiro reúne qualidade suficiente para encerrar um jejum de décadas e conquistar o hexacampeonato — desde que o tempo e o trabalho transformem nomes em equipe.
- A espera de mais de duas décadas pelo sexto título mundial pesa sobre cada convocação, e desta vez a expectativa chega com nomes de peso espalhados pelos melhores campeonatos do planeta.
- O Brasil estreia em 13 de junho contra Marrocos no MetLife Stadium, em Nova York, com Escócia e Haiti completando um Grupo C que exige atenção, mas oferece passagem viável.
- Dois amistosos — contra Panamá no Maracanã (30 de maio) e contra o Egito nos EUA (6 de junho) — são a última janela para transformar convocação em entrosamento real.
- Cláudio Adão, voz de quem viveu títulos pelo Flamengo, não faz apostas: ele afirma ter 'plena convicção' de que este grupo tem o que é preciso para chegar à final de 19 de julho.
Cláudio Adão estava no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, quando a CBF anunciou os convocados para a Copa do Mundo 2026. O ex-atacante não demorou para dar seu veredicto: o Brasil tem condições reais de conquistar o hexacampeonato.
Para Adão, não se trata de otimismo vazio. Ele enxerga no elenco uma combinação de jogadores de alto nível atuando nos principais campeonatos do mundo com talentos do futebol brasileiro — uma base sólida que precisa agora de tempo, treino e entrosamento para se tornar equipe de verdade.
A Copa começa em 11 de junho no México, mas o Brasil entra em campo no dia 13, enfrentando Marrocos no MetLife Stadium, em Nova York. Escócia e Haiti completam o Grupo C, um caminho que, no papel, permite avançar com força. Antes disso, dois amistosos preparam o terreno: Panamá no Maracanã (30 de maio) e Egito nos EUA (6 de junho).
A final está marcada para 19 de julho, no mesmo MetLife Stadium. É lá que Cláudio Adão acredita que o Brasil estará — e sua convicção, dita com a autoridade de quem sabe o que é vencer, resume o sentimento que paira sobre esta convocação.
Cláudio Adão estava no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, na segunda-feira quando a Confederação Brasileira de Futebol anunciou os nomes que defenderão o Brasil na Copa do Mundo 2026. O ex-atacante que conquistou títulos pelo Flamengo não hesitou em expressar sua confiança: o país tem tudo para chegar ao hexacampeonato.
Quando perguntado se o Brasil chegava à competição com chances reais de vencer, Adão respondeu sem rodeios. Ele vê no elenco convocado uma qualidade que o deixa seguro. Não é apenas otimismo vazio — para ele, a combinação de jogadores de alto nível espalhados pelos principais campeonatos do mundo, somada aos talentos que atuam no Brasil, cria uma base sólida. O que falta agora é o trabalho de integração, o tempo de treino, o entrosamento que transforma nomes em equipe.
A Copa do Mundo começa em 11 de junho no México, com o duelo entre México e África do Sul no estádio Azteca. O Brasil entra em campo dois dias depois, no dia 13, enfrentando Marrocos no MetLife Stadium, em Nova York. No Grupo C, a Seleção também terá pela frente Escócia e Haiti — um caminho que, no papel, oferece oportunidades de avançar com força.
Antes de pisar nos Estados Unidos para a competição, o Brasil tem dois amistosos marcados. No dia 30 de maio, enfrenta o Panamá no Maracanã, no Rio. Depois, já em solo americano, joga contra o Egito no dia 6 de junho. São os últimos testes antes de entrar na briga de verdade.
A final está agendada para 19 de julho, também no MetLife Stadium, com show no intervalo. É lá que o Brasil espera estar — e onde Cláudio Adão acredita que chegará. Sua convicção, dita em tom de quem conhece o que é vencer em alto nível, resume o sentimento que paira sobre a convocação: este grupo tem o que é preciso.
Citações Notáveis
Brasil chega, tenho a plena convicção. Porque o Brasil tem grandes jogadores que estão fora do país e dentro do país tem muitos jogadores. Então, isso aí. Juntar, treinar, ficar bem um conjunto, entrosar, que que o Brasil chega— Cláudio Adão
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Quando você diz que tem 'plena convicção', está falando de esperança ou de algo que viu concretamente nos jogadores?
É diferente. Esperança qualquer um tem. Mas quando você vê a qualidade dos nomes, os campeonatos onde estão jogando, o nível técnico — isso não é sentimento, é realidade. O Brasil tem peças de verdade.
E o que muda entre ter bons jogadores e ter uma equipe que ganha Copa do Mundo?
Tudo. Você precisa daquele clique, aquele entrosamento que só vem com tempo de trabalho junto. Por isso os amistosos importam. Por isso o técnico precisa de paciência e clareza.
O Grupo C parece acessível — Marrocos, Escócia, Haiti. Isso te deixa mais tranquilo?
Acessível no papel. Mas Copa do Mundo não se joga no papel. Marrocos é uma equipe que sabe jogar, que tem estrutura. Nada é fácil quando a bola rola.
Você acha que o Brasil sente pressão por estar há 20 anos sem ganhar?
Claro que sente. Mas pressão também pode ser combustível. Quando você tem jogadores de qualidade e sabe que o país inteiro está esperando, isso acorda algo dentro de você.
E se não der? Se o Brasil cair antes da final?
Aí a gente aprende. Mas não é para pensar nisso agora. Agora é para trabalhar, treinar, chegar lá pronto.