Em escolas brasileiras, pesquisadores da UFMG e da Ufop encontraram algo que vai além do hábito de fumar: adolescentes entre 13 e 17 anos que recorrem aos cigarros eletrônicos frequentemente já carregam o peso da solidão, da tristeza e de um entorno onde o consumo de substâncias é comum. Os dados revelam que o dispositivo não cria a vulnerabilidade — ele a encontra. Quando 42,1% dos jovens usuários relatam sintomas moderados a graves de depressão e ansiedade, o cigarro eletrônico deixa de ser apenas uma questão de saúde pública e passa a ser um espelho do sofrimento silencioso de uma geração.
Cigarros eletrônicos entre adolescentes associados a depressão e influência social
Adolescentes de 13 a 17 anos enfrentam risco aumentado de depressão e ansiedade associado ao uso de cigarros eletrônicos, comprometendo sua saúde mental e desenvolvimento.