A mais de quatro mil metros de profundidade no Atlântico Norte, repousa um legado das décadas de 1970 e 1980: mais de duzentos mil barris de lixo radioativo descartados por nações europeias quando o oceano profundo ainda era tratado como um depósito sem consequências. Expedições científicas recentes, conduzidas pelo projeto NODSSUM entre 2025 e 2026, finalmente mapearam com precisão essa herança submersa — e confirmaram o que muitos temiam: os barris se deterioram, vazam, e a contaminação já se espalha pelos sedimentos e pela vida marinha ao redor. É o momento em que a invisibilidade de um err
Cientistas mapeiam 200 mil barris de lixo radioativo no fundo do Atlântico Norte
Potencial risco à vida marinha e ecossistemas oceânicos profundos devido à contaminação radioativa em larga escala.