No cruzamento entre a inteligência artificial e a genômica, pesquisadores brasileiros abriram um novo horizonte na compreensão do Alzheimer — doença que, por décadas, resistiu às tentativas de cura por ser investigada por um caminho estreito. A startup paulista BioDecision Analytics analisou quase três mil amostras cerebrais e sanguíneas e mapeou 129 possíveis rotas terapêuticas, ampliando o olhar científico muito além das proteínas que historicamente dominaram o campo. É um passo que não entrega respostas definitivas, mas alarga profundamente o território das perguntas possíveis.