Há séculos, a humanidade convive com uma injustiça silenciosa: alguns são devorados por mosquitos enquanto outros permanecem intocados. A ciência revela agora que essa seleção não é capricho nem azar, mas uma leitura precisa que os insetos fazem da química de cada corpo — odores, calor e o próprio ar que exalamos nos tornam, cada um à sua maneira, mais ou menos visíveis a esses caçadores invisíveis. Compreender essa linguagem biológica é o primeiro passo para nos protegermos com mais sabedoria.