Há séculos o café acompanha a humanidade em suas manhãs e conversas, e agora a ciência procura delimitar com mais precisão o que a experiência cotidiana já intuía: existe um ponto de equilíbrio entre o benefício e o excesso. Uma revisão da Associação Americana do Coração, publicada na revista Circulation, situa esse limiar em até 400 miligramas de cafeína diária para a maioria dos adultos — o equivalente a três a cinco xícaras de café coado no Brasil. O estudo lembra, porém, que o corpo humano não é uniforme: genética, idade e sensibilidade individual determinam onde cada pessoa se encontra ne