Ele pedalava pelo acostamento quando acessou a pista de rolamento
Na madrugada de uma quinta-feira, um homem de 55 anos pedalava pela GO-070 em direção à Romaria de Trindade — um ato de fé que não chegou ao seu fim. Genivaldo Pereira Barreto foi atingido por uma caminhonete ao acessar a pista de rolamento, e morreu antes que os socorros chegassem. O caso nos lembra que as estradas guardam perigos silenciosos, especialmente nas horas em que a escuridão apaga as fronteiras entre o acostamento e o asfalto.
- Um ciclista de 55 anos morreu atropelado às 3h56 na GO-070, enquanto seguia em romaria — um trajeto de devoção interrompido de forma abrupta e fatal.
- Genivaldo pedalava pelo acostamento quando, por razões ainda não esclarecidas, adentrou a pista de rolamento e foi atingido pela traseira por uma caminhonete Chevrolet S10.
- O motorista não fugiu e testou negativo no bafômetro, afastando a embriaguez — mas as perguntas sobre visibilidade e a razão pela qual o ciclista saiu do acostamento permanecem sem resposta.
- A Polícia Civil registrou o caso como homicídio culposo e mantém a investigação aberta, buscando reconstruir com precisão o que aconteceu naquela madrugada no quilômetro 38 da rodovia.
Genivaldo Pereira Barreto tinha 55 anos e estava a caminho da Romaria de Trindade quando foi atingido por uma caminhonete na madrugada de quinta-feira. O acidente ocorreu por volta das 3h56 no quilômetro 38 da GO-070, entre Inhumas e Goianira, na região metropolitana de Goiânia. Quando os bombeiros chegaram, ele já havia morrido.
A bicicleta e a caminhonete Chevrolet S10 seguiam no mesmo sentido. Genivaldo pedalava pelo acostamento quando acessou a pista de rolamento — e foi nesse instante que o veículo o atingiu pela traseira. O motorista permaneceu no local e se submeteu ao teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para álcool.
A Polícia Civil registrou o caso como homicídio culposo na direção de veículo automotor, classificação aplicada quando a morte ocorre sem intenção, mas por negligência ou imprudência. A perícia foi realizada no local, e a investigação segue aberta. Ainda não está claro por que Genivaldo saiu do acostamento, nem se o motorista tinha visibilidade suficiente para evitar a colisão naquela madrugada escura.
Genivaldo Pereira Barreto tinha 55 anos e estava a caminho de uma romaria quando uma caminhonete o atingiu na madrugada de quinta-feira. O acidente aconteceu por volta das 3h56 na GO-070, entre Inhumas e Goianira, na região metropolitana de Goiânia. Ele não chegou ao seu destino. Os bombeiros foram chamados, mas quando as equipes chegaram ao quilômetro 38 da rodovia, ele já estava morto.
Segundo a investigação da Polícia Civil, tanto a bicicleta quanto a caminhonete Chevrolet S10 seguiam no mesmo sentido — de Inhumas em direção a Goianira. Genivaldo pedalava pelo acostamento quando acessou a pista de rolamento. Foi nesse momento que o veículo o atingiu pela traseira. A colisão foi fatal.
O motorista não fugiu. Permaneceu no local e se submeteu voluntariamente ao teste do bafômetro. O exame apontou resultado negativo para álcool, descartando embriaguez como fator contribuinte para o acidente. A perícia foi realizada no local, documentando os danos tanto à bicicleta quanto ao veículo.
A Polícia Civil registrou o caso como homicídio culposo na direção de veículo automotor — a classificação legal para quando não há intenção de matar, mas a morte ocorre por negligência ou imprudência. A investigação segue aberta para esclarecer as circunstâncias completas do que aconteceu naquela madrugada. Ainda não está claro por que Genivaldo saiu do acostamento ou se o motorista tinha visibilidade adequada para evitar a colisão.
Citações Notáveis
O ciclista seguia pelo acostamento e acessou a pista de rolamento, momento em que houve a colisão traseira com o veículo— Polícia Civil
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Por que um ciclista estaria na GO-070 de madrugada?
Ele se dirigia à Romaria de Trindade, uma peregrinação religiosa tradicional em Goiás. Muitas pessoas viajam de bicicleta ou a pé para participar. Genivaldo estava nessa jornada quando foi atingido.
A caminhonete estava em alta velocidade?
A investigação não menciona velocidade. O que sabemos é que ele estava no acostamento e acessou a pista de rolamento. O motorista não conseguiu evitar.
E se Genivaldo tivesse permanecido no acostamento?
Provavelmente estaria vivo. Mas não sabemos por que ele entrou na pista. Talvez um buraco, talvez uma distração, talvez a visibilidade noturna tenha confundido sua percepção do espaço.
O motorista foi responsabilizado?
Ainda não. O caso foi registrado como homicídio culposo, mas a investigação continua. O teste do bafômetro negativo significa que álcool não foi fator, mas há outras questões a esclarecer.
Isso muda algo para a família?
Não traz Genivaldo de volta. Mas pode determinar se houve negligência do motorista ou se foi um acidente inevitável.