Num momento em que o envelhecimento populacional ameaça a sustentabilidade de uma das maiores civilizações do mundo, a China escolheu responder não apenas com subsídios, mas com uma declaração filosófica: os laços humanos genuínos não podem ser delegados a algoritmos. O governo chinês implementou medidas concretas para desincentivar relacionamentos mediados por inteligência artificial, apostando na intimidade real como antídoto ao declínio demográfico. Esta decisão coloca Pequim num ponto singular da história tecnológica — o de um Estado que, diante da inovação, escolhe deliberadamente traçar