No limiar entre a física e o futuro energético da humanidade, investigadores chineses anunciaram esta semana uma célula solar com eficiência certificada de 28,04% — um novo recorde mundial publicado na revista Nature. A conquista, alcançada pelo Instituto de Química da Academia Chinesa de Ciências, resulta de uma arquitectura tandem que combina perovskita e material orgânico para capturar uma fatia muito maior do espectro solar do que o silício convencional alguma vez conseguiu. Mais do que um número, este marco reflecte a tensão permanente entre o que a ciência demonstra em laboratório e o qu