Em 2026, Mato Grosso do Sul se vê diante de uma crise silenciosa que o mosquito Aedes aegypti escreve em números crescentes: 28 vidas perdidas, quase dez mil casos confirmados de chikungunya e um vírus que avança por múltiplos municípios ao mesmo tempo. A doença não escolhe um único lugar para se instalar — ela se dispersa pelo território como um lembrete de que a saúde pública é, antes de tudo, uma questão coletiva. Os mais vulneráveis — gestantes, idosos, portadores de doenças crônicas — carregam o peso maior dessa crise, enquanto o estado busca conter o que já está em movimento.
Chikungunya mata 28 em MS com quase 10 mil casos confirmados em 2026
28 mortes por chikungunya registradas em Mato Grosso do Sul, com 114 gestantes diagnosticadas e complicações graves em populações vulneráveis.