Na virada de agosto de 2026, o ChatGPT passou a exibir anúncios no Brasil, inaugurando uma nova fronteira na publicidade digital: aquela que não rastreia cliques ou páginas visitadas, mas o que as pessoas confessam a uma máquina. A OpenAI, ao transformar conversas em sinais de intenção, propõe uma forma de segmentação que vai além do comportamento observado — ela toca o desejo declarado. O Brasil, terceiro maior mercado da plataforma no mundo, torna-se palco de um experimento que pode redesenhar a relação entre atenção humana, dados íntimos e capital publicitário.