Há milénios que o cão caminha ao lado do ser humano, e agora a ciência começa a revelar a profundidade desse vínculo. Um estudo publicado na revista iScience, conduzido por investigadores da Universidade de Viena com recurso a ressonância magnética, demonstra que o cérebro canino não se limita a distinguir alegria de raiva — consegue também diferenciar entre emoções negativas como medo e tristeza, produzindo padrões de atividade neural distintos para cada uma. Este achado sugere que a ligação entre humanos e cães assenta numa compreensão emocional mais sofisticada do que alguma vez se imaginou