No coração da indústria automóvel europeia, a Volkswagen confronta-se com uma transformação que o seu próprio líder descreve como sem precedentes na história do setor. Oliver Blume, CEO desde 2022, anunciou o despedimento de 100 mil trabalhadores e admitiu não conseguir garantir a viabilidade de quatro fábricas alemãs na próxima década. Num mundo pressionado por tarifas, concorrência asiática e instabilidade geopolítica, o gigante de Wolfsburgo não está apenas a reestruturar — está a questionar o que significa existir no século XXI.
CEO da Volkswagen alerta: situação é "mais do que crítica" com 100 mil despedimentos previstos
Despedimento de 100 mil funcionários da Volkswagen, com 37 mil já em acordo de saída, afetando significativamente a força de trabalho do grupo alemão.